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Joaquim Corado

Advogado e contador, com mestrado em Ciências Contábeis e pós-graduação em Gestão Municipal. Experiência como auditor tributário, professor na FES/UFAM e no IBAM/RJ, deputado estadual, prefeito municipal e em cargos de gestão pública, incluindo a SUFRAMA e a SEFAZ/AM. Também atuou como presidente do SINDIFISCO/AM e diretor da Associação Amazonense dos Municípios. Além disso, é consultor, formulador de políticas públicas e escritor.
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Boi Bumbá: cultura, história e tradição?

Assisti um desabafo da Amanda Armelau, amazonense, atualmente como deputada estadual pelo Rio de Janeiro, foi atleta de natação do Clube Rio Negro, chegou a ser atleta do Vasco da Gama, do Pinheiros de São Paulo consegui ser campeã brasileira e mundial na sua categoria, veio assistir o Festival Folclórico de Parintins.

Amanda, desabafa – com inteira razão-, sobre o desvirtuamento da tradição, da cultura desse evento folclórico, que vem da raiz cultural do Boi Bumbá. O festival ultrapassou o

País. Gente de todo o Brasil e do Exterior chegam a Parintins para assistir esse grandioso espetáculo onde o povo organizado assiste a apresentação do Garantido e do Caprichoso.

Não da para entender o que está acontecendo? Como envolver Mariele Franco, ex-vereadora do Rio de Janeiro – que nada significa para nós, nativos do Amazonas, da nossa cultura. O mesmo se diga para a troca das cores tradicionais vermelho e branco pelas cores do movimento LGBTQ+, no vestuário dos brincantes e até do Pajé. Os dois primeiros dias de apresentação falando do LGBTQ+. Não sou homofóbico, mas não da para misturar a história, a tradição, as raízes.

Até a bandeira do Brasil vermelha, três uma atrás da outra na galera. a bandeira ao lado da bandeira do Garantido hasteada no galpão onde o pessoal a bandeira ao lado da bandeira do Garantido hasteada no galpão onde o pessoal faz o “esquenta”. Logo o Garantido que defende a tradição? “Vocês estão querendo acabar com o festival que é tão importante a cidade e descaracterizar a tradição? Isso é um desrespeito ao nativo amazonense.

Como e gostoso lembrar  as canções dos poetas do Boi, Carlos Paulain: “Ninguém gosta mais desse Boi do que eu”; do Chico da Silva com “Vermelho”; do Emerson Maia com “Sentei junto ao pé da roseia”. Precisamos defender o festival na voltar a tradição, afinal o festival folclore de Parintins não é Carnaval do Rio de Janeiro. 

Parabéns Amanda Armelau, nativa amazonense!

JOAQUIM CORADO

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ATENÇÃO: O texto acima é de caráter opinativo, logo, as informações e crenças expressas nele não refletem essencialmente o pensamento do site O PODER e são de inteira responsabilidade de seus autores.

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