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Legislativo - 01 de julho de 2021
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Governistas criticam ‘superpedido’ de impeachment apresentado pela oposição

O deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) afirmou que esse pedido tem o carimbo da “nova esquerda, da esquerda derretida, e de pessoas que já estão caindo no ostracismo político”

Por: Redação
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Manaus | AM | Agência Câmara

Deputados governistas foram à tribuna do Plenário da Câmara, nesta quinta-feira (1°), para criticar o ‘superpedido’ de impeachment apresentado por parlamentares em ato realizado, nesta quarta-feira (30). No documento, opositores acusam o presidente Jair Bolsonaro de 23 crimes de responsabilidade, unindo os mais de cem pedidos já apresentados por partidos e instituições desde o início do mandato.

O deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) afirmou que esse pedido tem o carimbo da “nova esquerda, da esquerda derretida, e de pessoas que já estão caindo no ostracismo político”. “Não tem fundamento, não tem crime de responsabilidade. E eles se agarraram em diversas questões que são levantadas pela extrema imprensa, por grande parte da imprensa, pela oposição, falando de supostos casos de corrupção que sequer houve uma investigação para comprová-los”, disse. Ele afirmou que Bolsonaro será reeleito em 2022.

Já o deputado Neucimar Fraga (PSD-ES) afirmou que as denúncias sobre supostas irregularidades na compra de vacinas por intermediários são “um caso mínimo”. “Defendo que tudo tenha que ser investigado, agora querem fazer um superpedido de impeachment para um governo que, com quase mil dias, não tinha nem uma denúncia de corrupção e as que surgiram citam terceiro, quarto escalão, nem um ministro envolvido”, disse.

O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) disse que o superpedido é “uma ação de marketing” e afirmou que Jair Bolsonaro virou “o grande inimigo” da nova esquerda e da mídia. “Precisam tirar Bolsonaro porque de alguma forma ele mexeu com interesses de todos eles, não permite a eles o que os governos de esquerda permitiram antes. Quanto mais eu conheço os inimigos de Bolsonaro, mais bolsonarista me torno”, disse.

Afastamento

A oposição, no entanto, saiu em defesa do afastamento de Bolsonaro. A líder do Psol, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), afirmou que os bolsonaristas estão defendendo “um governo corrupto fazendo uso de teses falaciosas”. “A corrupção, aliás, não é algo novo neste governo. A corrupção neste governo, que se elegeu com discurso falacioso da anticorrupção, mentiroso, está lá na rachadinha, nas mansões da família”, disse.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que as manifestações convocadas para o dia 3 de julho vão demonstrar a insatisfação contra a gestão atual. “Nós não queremos mais este governo, a sociedade não quer mais, as pesquisas mostram isso. Não adianta ficar fazendo mexidas pequenas na economia. As pessoas estão morrendo de fome, as pessoas estão morrendo sem emprego, as pessoas estão morrendo de Covid. E esta Casa precisa investigar”, defendeu.

Já o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou que há provas de crimes de Bolsonaro. “O principal desses crimes é o crime contra a saúde pública, porque o governo fez a opção de ser aliado da pandemia, porque negou a ciência e o resultado foi que perdemos mais de 500 mil vidas, mortes que poderiam ser evitadas. Estamos falando de vidas, perdas irreparáveis”, afirmou.

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