O senador do Amazonas, que já votou pelo impeachement da ex-presidente Dilma Rouseff, se articula para apoiar candidato do PT à presidência do Senado
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O senador Eduardo Braga, líder do MDB no Senado, será o último parlamentar do Amazonas a declarar voto sobre as eleições para presidência do Senado Federal. O político, que já votou pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff, em 2016, vai realizar uma reunião com os membros da bancada do MDB, nesta terça-feira (1º), para firmar o apoio do partido à reeleição do candidato do PT, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), para o comando da Casa.
A reunião ocorre às vésperas da votação, marcada para as 17h (horário de Brasília) no gabinete da liderança do partido, e na semana seguinte ao almoço em que Braga esteve com Pacheco e o senador Renan Calheiros (MDB-AL).
A formalização do apoio de Braga, entre a bancada amazonense, era a mais aguardada, já que havia uma certa apreensão sobre qual lado o senador iria optar. Segundo os bastidores da política, o voto em Pacheco não era 100% certo, mesmo o candidato do PSD tendo o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem Braga aliou-se em 2022 para concorrer as eleições ao governo do Amazonas.
De acordo com analistas, Braga não queria anunciar voto em Pacheco para evitar um problema de eleitorado, principalmente, em Manaus, capital do Amazonas cuja maioria da população é bolsonarista. O histórico do senador com relação ao PT, ainda segundo os especialistas, abriu precedentes sobre o voto do senador, que tendia pela escolha de Rogério Marinho (PL-RN), candidato apoiado por Bolsonaro.
Além de Braga, os outros dois senadores do Amazonas já declararam voto. O senador reeleito Omar Aziz (PSD-AM) garantiu ao site O PODER, nessa segunda-feira (30), que estará votando no aliado político Rodrigo Pacheco e lembrou o motivo da escolha no colega de parlamento: ambos são estão na mesma sigla. “O Rodrigo é do meu partido. Vou votar nele”, confirmou Aziz, sem se prolongar.
Plínio Valério (PSDB-AM), crítico ferrenho de Lula – e do Partido dos Trabalhadores – e apoiador de Bolsonaro (PL), decidiu não seguir o voto defendido pela ala bolsonarista e vai escolher Eduardo Girão.
O Ministério Público Eleitoral pediu à Justiça da 7ª Zona de Abaetetuba a cassação dos mandatos da prefeita Francineti Carvalho (MDB) e da vice Edileuza Muniz (PT), por abuso de poder político e econômico. O processo pode se estender até 2026. Caso a cassação seja aceita, as gestoras poderão recorrer à instância superior, o que pode adiar o desfecho da ação.
O TCE-AM aceitou representação do MPC para investigar suposta ilegalidade no cachê de R$ 900 mil pago ao cantor Pablo do Arrocha pela Prefeitura de São Sebastião do Uatumã. O valor foi pago à AD Produção Musical para apresentação na Expouatumã. Em 2023, o artista recebeu R$ 250 mil. O aumento chamou atenção do MP, que apontou possível dano ao erário.
O prefeito Chicão (PP) contratou a empresa Dimensão Comércio por R$ 3.062.246 para fornecer alimentos à rede municipal. O contrato tem vigência de 12 meses e foi publicado no DOM-RR nesta quinta (17). Os recursos são do PNAE e verbas próprias. A empresa, sediada em Boa Vista, fornecerá hortifrúti, carnes, laticínios e outros itens conforme a demanda da Secretaria de Educação.
Prefeitura de Boa Vista do Ramos firma contrato de R$ 1,1 milhão para itens de proteção climática
A Prefeitura de Boa Vista do Ramos firmou contrato de R$ 1.131.431 com a CB News Comercial Ltda. para aquisição de itens de consumo com tecnologias de proteção climática. A vigência é de 12 meses, com recursos da Secretaria Municipal de Educação. Os produtos serão destinados à educação infantil e ensino fundamental, conforme o extrato publicado no Diário Oficial dos Municípios nesta segunda-feira (15).
O governador Antonio Denarium exonerou Régys Freitas do cargo de controlador-geral do Estado após determinação da Justiça, a pedido da PF, que o investiga por desvio de mais de R$ 100 milhões na Uerr. Já Dilma Costa foi exonerada da presidência do Iteraima após ação do MPRR, sendo investigada por irregularidades fundiárias e atos de improbidade. Ambos os atos foram publicados no Diário Oficial de 8 de abril.
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