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Executivo - 31 de janeiro de 2024
Foto: Reprodução

Regis Nazaré pretende pagar R$10,5 milhões para clínica médica

A MedCentro, com sede em Manaus, foi a vencedora do processo licitatório n° 037/2023, e a informação foi publicada no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas desta quarta-feira (31)

Por: Leon Furtado
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A Prefeitura de Anori (AM) homologou um contrato com um centro médico, no valor global de R$ 10.552.579,00 (dez milhões, quinhentos e cinquenta e dois mil, quinhentos e setenta e nove reais). Segundo o despacho de adjudicação e homologação do pregão presencial, publicado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas nesta quarta-feira (31), a empresa fornecerá “eventuais serviços médicos” por meio do sistema de registro de preços para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Saúde do município. O contrato foi assinado pelo prefeito Regis Nazaré (Republicanos).

O processo licitatório, conduzido pela Comissão Municipal de Licitação, considerou o pregão n° 037/2023, e a empresa foi declarada vencedora no dia 18 de janeiro deste ano. Não há informações sobre a quantidade de pessoas que podem ser contempladas nem sobre quais especialidades serão ofertadas à população do município.

Empresa

A empresa MedCentro, cuja razão social é Diagnocor Clínica Médica Ltda, opera sob o CNPJ n° 09.347.979/0001-43 e tem sua sede localizada na Avenida Noel Nutels, 1762 – Cidade Nova, Manaus. Seu principal foco de atuação são os serviços de diagnóstico por registro gráfico – ECG, EEG e outros exames análogos, conforme o site da Receita Federal. O capital social é de R$4.000.000 (quatro milhões de reais).

Confira o extrato de homologação:

Regis Nazaré Licitação anori

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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