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Executivo - 19 de dezembro de 2023
Foto: Reprodução

Marcos Lise vai gastar R$9,5 milhões com materiais de construção

A prefeitura de Apuí (AM) homologou uma licitação, no valor global de R$9,5 milhões, para a aquisição de materiais de construção, ferramentas e equipamentos de proteção individual (EPI’s); a informação foi publicada no Diário Oficial dos Municípios desta terça-feira (19)

Por: Leon Furtado
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A Prefeitura de Apuí (AM) homologou uma licitação no valor global de R$9.540.933,10 (nove milhões, quinhentos e quarenta mil, novecentos e trinta e três reais e dez centavos) para a aquisição de materiais de construção, ferramentas e equipamentos de proteção individual (EPI’s). O processo, que deu mérito a duas empresas, foi assinado pelo prefeito do município Marcos Lise (PSC) e a informação foi publicada no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas, desta terça-feira (12).

Conforme o portal da transparência do município, o pregão n° 054/2023, realizado na modalidade presencial, abrangeu a compra de uma variedade de materiais. Entre eles estão acabamentos e emendas para forro PVC, adesivos de conexão epóxi e plastificantes, arames de tipos variados como galvanizado, liso ovalado e recozido, areia em granulometrias fina, grossa e média, diversas variedades de argamassa colante, armações verticais com hastes e contra-pinos, arruelas de alumínio, bacias sanitárias com caixa acoplada, baldes de plástico, bancadas e pias em aço inoxidável, bandejas para pintura, barras de apoio em aço inox, barras de ferro de vários diâmetros, buchas de redução em PVC, cabides para banheiro, cabos elétricos flexíveis em múltiplas bitolas, caixas d’água com capacidades variadas, entre outros itens. Na contagem, são mais de 300 itens distintos.

Empresa

A Comercial Lisboa é conhecida no ramo de materiais de construção, situada na Avenida Transamazonica, 1179, no Centro de Apuí (AM), tem mais 25 anos desde sua fundação em 26 de janeiro de 1998. Conhecida oficialmente como Lisboa Comercio de Materiais de Construcao Ltda e operando sob o CNPJ n° 02.338.791/0001-90, a empresa destaca-se por seu porte de microempresa e sua natureza jurídica como Sociedade Empresária Limitada.

Sob a liderança do Sócio-Administrador, Rodrigo Campana Lima, a Comercial Lisboa, que optou pelo Simples Nacional em 1º de julho de 2007, tem um capital social de R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais). A empresa não apenas oferece uma gama variada de produtos de construção geral, mas também se diversifica em outras áreas, como material elétrico, equipamentos de informática, máquinas e equipamentos industriais, artigos de papelaria, materiais de construção não especificados anteriormente, peças e acessórios automotivos, pneumáticos, vestuário, embalagens, móveis, eletrodomésticos, e mais.

Já a empresa Constrular Comercio de Produtos Alimentícios Ltda, que atua sob o nome fantasia Constrular, está localizada na Avenida Transamazonica, número 1199, no centro de Apuí, Amazonas. Com o CNPJ n° 03.097.800/0001-60, a empresa é classificada como uma Sociedade Empresária Limitada e enquadra-se como Empresa de Pequeno Porte (EPP).

Sua atividade econômica principal, conforme registrado, é o comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, operando na modalidade de minimercados, mercearias e armazéns.

Confira a licitação na íntegra

Licitação Marcos Lise Materiais de Construção

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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