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Governo Lula nomeia investigado da Lava Jato como diretor do Planalto

Paulo Cangussu André também é ex-funcionário do Instituto Lula

Por: Redação
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou Paulo Cangussu André, que foi investigado na Operação Lava Jato e foi ex-funcionário do Instituto Lula, como diretor da Gestão Interna do gabinete pessoal da Presidência.

Cangussu foi oficializado no cargo, na terça-feira 24, em uma portaria assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. O salário dele será de R$ 13, 6 mil.

Em 2016, Cangussu foi alvo de uma busca e apreensão em uma das fases da Lava Jato. No mesmo período, Lula foi conduzido para prestar depoimento no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A busca, realizada pela Polícia Federal, aconteceu nos endereços em que Cangussu trabalhava para o Instituto Lula. Ele era investigado por trocar e-mails com Dante Fernandes, um diretor da OAS (empreiteira investigada pela Lava Jato), em 2014.

Na conversa, Cangussu tratava do pagamento de uma palestra de Lula antes mesmo da formalização do contrato da empreiteira com a empresa que iria coordenar os eventos do petista. A investigação suspeitava que as palestras pagas para Lula, a partir de 2011, por meio das empresas e os valores doados ao Instituto Lula poderiam ter ocultado propinas desviadas da Petrobras.

Mesmo sendo citado na Lava Jato e tendo sofrido busca e apreensão, Cangussu não foi preso e nem condenado pela Justiça na ocasião

 

Com informações de Revista Oeste*
Foto: Divulgação

#GOVERNO #Lula investigado

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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