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Legislativo - 13 de março de 2024
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União Brasil avalia expulsar e cassar mandato do deputado Luciano Bivar

Caso se confirme, será o primeiro presidente de partido expulso no cargo

Por: Redação
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A executiva nacional do União Brasil irá se reunir nesta quarta-feira (13), a partir das 15h, para avaliar proposta de expulsão do presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PE), cujo mandato será concluído em maio.

Bivar foi gravado fazendo ameaças até de morte ao presidente eleito do União Brasil, Antônio de Rueda, por isso tem sido apontado no próprio partido como suspeito de ser o mandante do incêndio criminoso das casas do seu sucessor e da irmã.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, uma das maiores lideranças do União Brasil, defende desde ontem não apenas a expulsão de Bivar, mas a abertura de processo de cassação do mandato. Para Caiado, o incêndio foi “um atentado ao partido”.

Caso se confirme a expulsão, será o primeiro caso em que um dirigente partidário a enfrentar punição severa por atos cometidos no exercício de suas funções.

As casas, localizadas no condomínio Maria de Aquiraz, Praia do Coquinho, no litoral sul pernambucano, foram arrombadas e incendiadas na noite de segunda-feira (10), quando Rueda e família ainda se encontravam em férias fora do País.

O condomínio, segundo vizinhos, foi construído por Luciano Bivar e o cunhado Pedro Petribu, já falecido, por essa razão o deputado teria livre acesso ao local. Foi Bivar quem convenceu Rueda e a irmã a investirem no condomínio, quando mantinham bom relacionamento.

 

*Com informações do Diário do Poder

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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