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Legislativo - 24 de janeiro de 2024
Foto: Reprodução

Presidente da Câmara Municipal de Manacapuru diz ser vítima de fake news

Uma postagem feita nas redes sociais, nesta terça-feira (23), afirmou que Tchuco Benício é investigado pelo MP-AM por enriquecimento ilícito e irregularidades em licitações

Por: Leon Furtado
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O presidente da Câmara Municipal de Manacapuru (AM), vereador Tchuco Benicio (Cidadania), emitiu uma nota nas redes sociais na noite desta terça-feira (23), repudiando veementemente as acusações que recaem sobre ele, incluindo enriquecimento ilícito, infidelidade conjugal e irregularidades em licitações. Benício caracterizou o episódio como disseminação de ‘fake news’, descrevendo as alegações como infundadas, caluniosas e difamatórias. Ele enfatizou que as acusações têm como propósito prejudicar seu crescimento político e manchar sua imagem diante da população do município.

O vereador também informou que seus advogados estão tomando medidas judiciais contra os responsáveis pela disseminação das notícias falsas, buscando responsabilizá-los civil e criminalmente.

Acusações

Uma publicação nas redes sociais, feita nesta terça-feira (24) afirmou que o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) conduz uma investigação sobre o presidente da Câmara de Manacapuru, Tchuco Benício, relacionada ao seu repentino enriquecimento. Segundo a postagem, o vereador é alvo de suspeitas de favorecimento em licitações, notadamente na Cooperativa dos Médicos e no fornecimento de medicamentos, cujas empresas estão registradas em nome do empresário Alcides Ganosa, mas são alegadamente chefiadas por Benício.

Ainda de acordo com a postagem, a investigação também aborda as mensalidades de medicina de sua esposa e filha, totalizando 18 mil reais, e a mensalidade da faculdade de direito de sua namorada, que antes trabalhava na Câmara de Vereadores até ser demitida após a descoberta do relacionamento. A compra de uma mansão avaliada em 2 milhões de reais também estaria no processo investigatório.

Confira a nota emitida pelo parlamentar na íntegra:

Eu, vereador Tchuco Benício, venho a público manifestar o meu repúdio às notícias falsas que estão sendo divulgadas sobre mim nas redes sociais, acusando-me de enriquecimento ilícito, infidelidade conjugal e irregularidades em licitações.
Essas acusações são infundadas, caluniosas e difamatórias, e têm como único objetivo ofuscar o meu crescimento político e manchar a minha imagem perante a população de Manacapuru, que me elegeu com confiança e respeito.
Eu pauto a minha vida na honestidade, na transparência e no compromisso com o bem-estar do meu município. Sou um bom pai, um bom esposo e um bom cidadão, e não tenho nada a esconder ou a temer.
Estamos em ano eleitoral, e é natural que surjam ataques e mentiras de quem não tem propostas nem projetos para o nosso povo. Mas eu não vou me intimidar nem me calar diante dessas tentativas de me desqualificar. Pelo contrário, vou continuar trabalhando com dedicação e seriedade, defendendo os interesses da nossa cidade e buscando melhorar a qualidade de vida de todos.
Além disso, informo que os meus advogados estão tomando todas as medidas judiciais cabíveis contra os autores e os disseminadores dessas falsas notícias, que serão responsabilizados civil e criminalmente. Não vou tolerar que a minha honra, a honra da minha família e a minha reputação sejam atacadas por mentiras e interesses escusos.
Que a justiça seja feita. E agradeço o apoio e a confiança de todos que acreditam no meu trabalho e na minha integridade.
Atenciosamente,
Vereador Tchuco Benício.

MPAM Tchuco Benicio manacapuru #Fake News

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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