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Legislativo - 07 de março de 2024
Foto: Reprodução/Internet

Defensor toma partido, ‘rasga’ a Constituição e recebe enxurrada de críticas na internet

O defensor da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), Carlos Alberto Almeida Filho, utilizou um caso lamentável de agressão a manifestantes que estiveram no recente ato patriótico com o ex-presidente Jair Bolsonaro para tentar se promover politicamente. O pior é que ele também age com desrespeito à Constituição Federal

Por: Redação
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O defensor da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), Carlos Alberto Almeida Filho, utilizou um caso lamentável de agressão a manifestantes que estiveram no recente ato patriótico com o ex-presidente Jair Bolsonaro para tentar se promover politicamente. O pior é que ele também age com desrespeito à Constituição Federal.

Com uma forte carga política e ideológica envolvida, o defensor se apropriou do caso em que integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel impediram o embarque de manifestantes no metrô na estação Paraíso, no dia 25 deste mês, quando uma multidão participou do ato na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O artigo 5º, inciso XV da Constituição diz que: “É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.”, mas o defensor público, que deveria prezar pela garantia dos direitos individuais, incluindo o direito de locomoção, faz o contrário.

Em um vídeo publicado em uma rede social, Carlos Alberto Almeida Filho declara que os membros da torcida estavam impedindo a entrada de “golpistas fardados de verde e amarelo”.

“O evento interessante que aconteceu na Paulista foi a Gaviões da Fiel. A Gaviões aparece, aqui não, o golpista não entra. E não deixaram os golpistas fardados de verde e amarelo entrarem lá pra poder fazer a defesa de quem defendia o golpe de estado, é isso muito claro. Eu jamais tive nenhuma preocupação com relação a campeonato brasileiro. Talvez porque não tivesse despertado a paixão. Mas dia 25 despertou. Depois que eu vi aquilo ali, eu decidi uma coisa. A partir do dia 25, a partir de hoje oficialmente, eu sou Coringão e eu já estou me inscrevendo na Fiel.”

A fala gerou uma enxurrada de críticas contra o posicionamento do defensor público.

“Lá tinham idosos e crianças e você, como defensor, cumprindo seu papel sem olhar ideologia política, deveria defendê-los. Que papel extremamente feio, caro defensor público.”

“Depois de uma postura dessas de um defensor público, só tenho a lamentar e deixar de seguir.”

“Carlos! Tinha idosos sendo ameaçados, você, como Defensor Público, jamais poderia tomar partido dessa truculência. Lamentável. Deu um tiro no pé! Isso não é demonstração de coragem e sim de omissão e covardia. Retire esse vídeo, ele vai acabar com você.”

“Mais um sem noção que quer alguma causa ou coisa para aparecer, é sempre assim querer algo para decolar, não tem estrela e nunca terá, será sempre o coadjuvante.”

“Um defensor público, com um amplo currículo… conseguiu em minutos provar que título não significa ser inteligente.”

Segundo informações de bastidores, Carlos Alberto Almeida Filho pretende ser candidato a vereador. Ele ainda tenta pertencer às fileiras do Partido dos Trabalhadores (PT). A direção estadual da sigla já se manifestou pela impugnação ao ingresso do ex-vice-governador do Amazonas.

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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