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Poder Judiciário - 28 de março de 2022
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Terceiro vereador mais votado do RJ Gabriel Monteiro, é acusado por ex-funcionários de assédio e estupro

PAÍS| O terceiro vereador mais votado do Rio de Janeiro e ex-PM Gabriel Monteiro (sem partido), teria cometido assédio sexual e moral com ex-funcionários, servidores e crianças. As denúncias foram veiculadas pelo programa Fantástico, da Rede Globo, exibido na noite de domingo (27). As informações são do Metrópoles. De acordo com a reportagem, Gabriel Monteiro teria […]

Por: Redação
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PAÍS|

O terceiro vereador mais votado do Rio de Janeiro e ex-PM Gabriel Monteiro (sem partido), teria cometido assédio sexual e moral com ex-funcionários, servidores e crianças. As denúncias foram veiculadas pelo programa Fantástico, da Rede Globo, exibido na noite de domingo (27). As informações são do Metrópoles.

De acordo com a reportagem, Gabriel Monteiro teria praticado assédios sexual e moral contra então funcionários de seu gabinete na Câmara Municipal do Rio e de seus trabalhos audiovisuais. A matéria mostra também uma possível manipulação de vídeos postados em suas redes sociais e a exploração de crianças.

Uma mulher, que trabalhava para a parte audiovisual do ex-PM, relatou ter sofrido assédio sexual em diversas ocasiões. “Eu queria tirar minha própria vida, porque eu me sentia culpada. Será que estou usando alguma roupa que está causando isso? Será que a culpa é minha de alguma forma? Aí eu começava a pedir a deus para me levar”, disse.

Já uma outra mulher, que não quis ser identificada, afirmou que, apesar de ter começado relações consensuais com o vereador, acabou sendo estuprada. Ela contou que pediu para parar quando o ato sexual ficou mais violento, mas o ex-PM continuou mantendo a relação sexual.

“E ele rindo ‘é uma brincadeira. Não leva a sério, não. Não fica chateada”, contou.

Gabriel Monteiro foi acusado também de que teria manipulado o conteúdo de seus vídeos postados nas redes sociais e explorar crianças retratadas nas publicações.

Em um dos trechos apresentados na reportagem, o vereador leva uma criança que pedia dinheiro na rua a um shopping e combina a fala dela para que fosse filmada. No vídeo, a menina aparece agradecendo a refeição. As imagens foram divulgadas pelo Fantástico, sem os cortes feitos pelo youtuber.

A matéria mostra também um vídeo em que o ex-PM simula uma situação de tiroteio em uma das comunidades da cidade e acionou reforço policial.

Defesa

Logo após a exibição da reportagem, Gabriel Monteiro usou suas redes sociais para se manifestar contra a TV Globo. Segundo o vereador, a emissora mentiu e disse que a suposta vítima estuprada o procurou após o ato citado.

“O Fantástico mentiu muito! A suposta estuprada me procurou para ficar comigo após esse suposto ato. A família da criança está indignada com a reportagem, só estávamos mostrando a realidade da menina que teve a vida mudada. A que alegou assédio cobrou 100 mil (reais) para não falar na TV”, disse o ex-PM no Twitter.

Sobre o caso da menina que aparece nas imagens, o Monteiro afirmou que as famílias citadas “estão indignadas”.

“As famílias estão indignadas com a Globo. Antes de gravar, as mães deram o roteiro de vida delas. Fome, abandono paterno, situação de rua. Eu, ao longo do vídeo, vou apenas introduzindo a realidade. Objetivo claro: vocês verem o vídeo e entenderem a real necessidade de ajudá-las. E qualquer pessoa que tem experiência de vídeo sabe que o conteúdo tem que ser cadenciado. Nunca mentiroso. O fato de eu ajudar a criança a falar sua realidade só demonstra minha vontade delas mudarem de vida”, escreveu na rede social.

#vereador Gabriel Monteiro

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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