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Poder Judiciário - 05 de fevereiro de 2022
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“Minha história não se resume a um mero cenário”, diz desembargador Yedo Simões após viralizar na internet; vídeo

Manaus – AM| O desembargador Yedo Simões, do Tribunal de Justiça do Amazonas, divulgou nesta sexta-feira (04) um vídeo esclarecendo o episódio que aconteceu na última quarta (02), onde durante sessão virtual, o fundo que reproduzia uma biblioteca acabou caindo. Na ocasião, ele ainda levantou o objeto e o reposicionou. A ação foi acompanhada pelo […]

Por: Sammy Lima
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Manaus – AM| O desembargador Yedo Simões, do Tribunal de Justiça do Amazonas, divulgou nesta sexta-feira (04) um vídeo esclarecendo o episódio que aconteceu na última quarta (02), onde durante sessão virtual, o fundo que reproduzia uma biblioteca acabou caindo. Na ocasião, ele ainda levantou o objeto e o reposicionou. A ação foi acompanhada pelo demais membros da sessão, que não esboçaram nenhuma reação.

A gravação do momento viralizou nas redes sociais e foi compartilhada centenas de vezes. O episódio foi registrado durante videocoferência transmitida no canal do  Tribunal de Justiça do Amazonas no YouTube. Muitos dos comentários compartilhados na web tinham conotação maldosa, insinuando que o conhecimento do renomado desembargador seria “fake” e que ele supostamente estaria fingindo ter uma biblioteca que não existia.

Em nota, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), se manifestou sobre a repercussão do vídeo: “O desembargador Yedo Simões de Oliveira esclareceu que não se trata de “fundo falso”, mas sim de um painel que escolheu, com imagens de livros – assim como poderia ter escolhido com qualquer outra imagem –, para preservar a intimidade de seus familiares que eventualmente precisem transitar no entorno quando está participando das sessões remotas do Tribunal, já que se encontra trabalhando em home office, em sua residência. O magistrado ressaltou não ver qualquer conduta a merecer reprovação. O painel virou e ele simplesmente o levantou e o reposicionou no lugar.”, afirmou.

Após toda repercussão o desembargador gravou um vídeo dando seu posicionamento sobre o ocorrido, “Apenas um painel, como eu não poderia colocar toda a minha biblioteca atrás onde trabalho, coloco o painel para não exibir outras coisas que tenho na minha casa, pois é um ambiente pequeno que circula as pessoas e onde tenho minhas coisas pessoais, mas por trás tem a minha biblioteca”, informou Yedo Simões

VEJA VÍDEO:

 

No vídeo o desembargador mostra a sua biblioteca real, com centenas de exemplares, muitos considerádos relíquias da literatura.  A Academia de Letras e Culturas da Amazônia considerou o episódio curioso pois, Yedo Simões é exatamente o oposto do que muitos tentaram concluir do episódio. O magistrado é conhecido no meio literário como um apaixonado por livros “Em toda cidade que Yedo vai, ele procura lojas de livros antigos, aqueles Sebos de raridades. É um dos passeios preferido dele” lembrou um dos integrantes da Academia que emitiu uma carta de apoio ao desembargador amazonense “Nós, ao contrário, conhecemos de forma plena a sua história, e somos testemunhas vivas, sabedoras de quem tão honroso homem V.Exa. é para o seu povo”, diz a carta.

LEIA A MOÇÃO

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Em nota, A Associação dos magistrados do Amazonas (Amazon), entidade que representa Juízes e desembargadores do Amazonas também se manifestou após âmpla repercussão do vídeo.:

“A Amazon – Associação dos magistrados do Amazonas – associação civil que reúne os magistrados de Tribunal de Justiça do Amazonas, em razão do recente fato envolvendo a pessoa do associado Desembargador Yedo Simões de Oliveira ocorrido durante sessão de julgamento, amplamente divulgado em mídia local e nacional, torna público a presente NOTA DE DESAGRAVO em defesa da sua história de cidadão e magistrado culto, letrado, honesto, que possui em sua residência vasta biblioteca de obras de diversas áreas de conhecimento humano, em especial de direito, os quais sempre fez e faz uso para bem desempenhar seu trabalho como magistrado.

Orgulha-se a Amazon de ter nos seus quadros de associados o Desembargador Yedo Simões de Oliveira, reconhecido também por seu equilíbrio, simplicidade, ponderação, altruísmo, responsabilidade de dedicação que, dentre tantos outros predicados positivos, envolvem sua personalidade.

Por isso mesmo o desagravo que é feito nesta nota, pela qual se enaltece o Desembargador Yedo Simões de Oliveira como magistrado de escol, com magníficas qualidades que o fazem um julgador respeitado e intelectualizado o bastante para proferir decisões fundamentadas e justas. Não fora isso o bastante, o desembargador tem um mérito de honrar a sua toga por decidir por segurança, isenção e honradez, no seus mais de quarenta anos de judicatura, tendo exercido com maestria todas as suas funções de Justiça Estadual e Eleitoral.

Por todo o exposto, a Associação dos Magistrados do Amazonas torna pública a presente nota para rechaçar a forma como alguns trataram publicamente o fato aproveitando-se do sagrado direito à liberdade de expressão para tentar desconstruir toda uma história de dedicação à magistratura, ao jurisdicionado, a prática do bem, tudo construído com muito amor, suor e sacrifício, seu e de seus familiares, oportunidade em que lhe dedica a merecida solidariedade.”

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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