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Executivo - 09 de março de 2022
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Obras em ruas e estradas de Maués vão custar R$ 4,8 milhões

Os despachos de homologação dos contratos são assinados pelo vice-prefeito de Maués, Sérgio Mazzini Leite Filho, estando como prefeito em exercício

Por: Brendo
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Manaus | AM

A Prefeitura de Maués realizou dois pregões eletrônicos para registros de preços que preveem gastos totais de R$ 4,8 milhões em obras de pavimentação de ruas e em estradas de barro no município.

Um dos procedimentos definiu a empresa A L Gestão Empresarial Ltda para tocar as obras em estradas vicinais. Este certame tem por finalidade a “contratação de pessoa jurídica para adequação de estradas vicinais no município de Maués/AM, oriundo do Convênio Federal n. 907808/2020 -MDR/Caixa”. A empresa vencedora da licitação, inscrita sob o CNPJ n. 07.347.715/0001-64, deve receber R$ 2.867.013,95 pelos serviços.

Outro certame considerou vencedora de licitação a empresa Pomar Comércio de Derivados e Petróleo e Construção Eireli, inscrita no CNPJ n. 12.675.374/0001-96, para pavimentação de ruas e vias no município de Maués, “oriundo do Convênio Federal n. 9072204/2020 – MDR/Caixa”. A firma deve receber a importância de R$ 1.927.671,59 para cuidar das referidas obras.

O valor total dos recursos a serem empregados é de R$ 4.839.685,54. Ambos os despachos de homologação são assinados pelo vice-prefeito de Maués, Sérgio Mazzini Leite Filho (PSD), estando como prefeito em exercício.

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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