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Economia - 15 de março de 2024
Foto: Reprodução/Internet

Produção industrial cresce e põe Amazonas no topo do ranking nacional

Dados da PIM mostraram que em janeiro crescimento de 16,7% em relação a dezembro de 2023

Por: Redação
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Dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional mostraram que em janeiro a produção industrial no Amazonas cresceu 16,7% em comparação a dezembro de 2023. 

Portanto, o crescimento do Estado vai na contramão do país, que teve queda de 1,6% na mesma comparação. O desempenho da indústria amazonense em janeiro colocou o Amazonas no topo do ranking nacional. 

Em janeiro de 2024, outros estados apresentaram variação positiva em suas atividades industriais. O Mato Grosso registrou um crescimento de 4,4%, seguido pela Bahia com 2,1%, o Paraná com 1,9%, Minas Gerais com 1,0%, São Paulo com 0,8%, Rio de Janeiro com 0,8% e Pernambuco com 0,5%.

Por outro lado, algumas unidades da federação não tiveram variação significativa ou apresentaram queda em relação a dezembro de 2023. 

Em comparação com janeiro de 2023, o índice da indústria do estado também registrou crescimento: 11,7%. O número colocou o estado na segunda posição entre as unidades da federação pesquisadas. Os melhores resultados foram observados no Rio Grande do Norte (com 30,6% de crescimento), Amazonas (11,7%) e Goiás (10,2%). Os piores desempenhos ficaram com o Maranhão (com uma queda de 6,6%), Rio Grande do Sul (com -4,5%) e Pernambuco (com 1,0%). 

No acumulado do ano, a indústria geral no Amazonas registrou uma variação de 11,7%, o que a posiciona como a segunda colocada no ranking nacional. 

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Notas do Poder

11/07
12:33

REUNIÕES SECRETAS

Executivos da Âmbar Energia, ligada ao Grupo J&F dos irmãos Joesley e Wesley Batista, realizaram secretamente 17 reuniões com autoridades do Ministério de Minas e Energia entre junho de 2023 e maio de 2024, sem registro oficial. Essas reuniões precederam a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Lula em 13 de junho, beneficiando um negócio da Âmbar na energia elétrica, cujo custo será repassado aos consumidores por até 15 anos. O Ministério e a Âmbar negam que as reuniões tenham discutido a medida, mas não divulgaram os temas tratados. Críticas à falta de transparência foram levantadas, especialmente pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

11/07
12:32

FRACA ARTICULAÇÃO

A aprovação da reforma tributária na Câmara revelou a fraca articulação dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, que deixaram de incluir a maioria das propostas do Amazonas para a Zona Franca de Manaus (ZFM). O texto foi aprovado por 336 votos a favor e 142 contra. Foram incluídas apenas contribuições para financiar a UEA e fundos de desenvolvimento, além de crédito presumido para indústrias. Alterações cruciais, como a inclusão do IPI e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas. Os parlamentares precisarão trabalhar mais eficientemente no Senado.

11/07
12:31

SILAS CONTRA

A Câmara dos Deputados aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária com 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. A maioria dos deputados do Amazonas votou contra devido aos impactos negativos na Zona Franca de Manaus (ZFM), com exceção de Silas Câmara (Republicanos-AM), que apoiou o projeto. Pauderney Avelino (União-AM) criticou a redução do crédito presumido e a falta de alíquota zero para operações internas, alertando sobre o aumento dos preços e a diminuição da competitividade no Amazonas. O próximo desafio será no Senado Federal.

11/07
12:30

DITADURA DA NICARÁGUA

A ditadura de Ortega na Nicarágua fechou a Radio María e mais 12 ONGs, totalizando 3,6 mil entidades fechadas em seis anos. A ministra do Interior, Maria Amelia Coronel, justificou o fechamento da rádio pela falta de demonstrações financeiras de 2019 a 2023. Ortega continua a perseguir a Igreja Católica, expulsando e detendo padres, e cancelando a cidadania de líderes religiosos, forçando-os ao exílio.

11/07
12:29

DEFESA DA ZFM

Wilson Lima, governador do Amazonas, promete lutar incansavelmente pela competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) após a votação na Câmara dos Deputados que prejudicou o estado. Ele criticou a exclusão de emendas cruciais para o modelo econômico, enquanto duas sugestões foram aceitas, incluindo contribuições para financiar a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e fundos de desenvolvimento, além de créditos presumidos para indústrias. Alterações solicitadas, como a inclusão do IPI para produtos aprovados pela Suframa e crédito presumido para operações internas, foram rejeitadas.

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